"Estou a notar e a vivenciar desde o começo do meu processo no TAD que estão a ser imparciais e a favorecer a outra parte. "Só pelo facto de ser uma grande entidade e por terem influência no País. Mesmo com todas as evidências nas suas mãos estão a tentar ignorar, favorecer e fingir que não existem argumentos suficientes", partilhou nas redes sociais.
"Mesmo depois do próprio TAD durante o processo sugerir à outra parte chegar a um acordo. Chegou o dia da decisão final e o próprio TAD se retrata e toma uma decisão baseada em alegações e não nas provas que lhes foram entregues", sublinhou.
"Hoje, como cidadão português, respeito a vossa lei, mas não ficarei de braços cruzados e se for necessário viajar e dormir nas portas do Tribunal do Desporto Internacional em Lausanne, irei fazê-lo. Eu sou um preto imigrante que não tem medo do vosso poder, nem medo de morrer a defender a verdade", acrescenta.
