Europeu de polo aquático: Países Baixos vencem Hungria (13-15) e revalidam título europeu no Funchal

A festa das jogadoras dos Países Baixos no final da partida
A festa das jogadoras dos Países Baixos no final da partidaZsolt Szigetvary / EPA / Profimedia

Os Países Baixos revalidaram esta quinta-feira o título de campeões da Europa femininos de polo aquático, ao vencerem a Hungria na final do Europeu a decorrer no Funchal, Madeira, no desempate por grandes penalidades.

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Após uma igualdade a 10 golos no tempo regulamentar, foram os penáltis a decidir a contenda, e nesse momento as neerlandesas foram perfeitas, marcando os cinco remates que tentaram, enquanto as húngaras falharam uma das tentativas.

Antes, a partida teve várias reviravoltas no marcador, mas acabou por coroar uma das seleções favoritas, que trazia o título de 2024 como credencial, chegando ao sétimo título no palmarés do torneio – ninguém soma mais do que cinco.

De resto, a equipa orientada por Evangelos Doudesis completou o torneio invicta, sem qualquer derrota, consumando o favoritismo no Complexo Olímpico de Piscinas do Funchal.

Por seu lado, as húngaras voltaram a perder uma grande final internacional, depois de em 2025 terem sido vices mundiais, à custa da Grécia, embora hoje tenham entrado melhor, vencendo o primeiro período por 3-1.

No segundo parcial, permitiram a reviravolta, indo as neerlandesas para o intervalo de maior duração a vencer por 5-4, mas a Hungria voltou a entrar melhor, passando para a frente (6-5).

Os Países Baixos voltaram a virar (7-6), mas no quarto período, à entrada para os últimos seis minutos, o placar marcava 8-8, e a igualdade manteve-se até final, decidindo-se a contenda nos penáltis.

Antes, a Grécia ficou com a medalha de bronze pelo segundo Europeu consecutivo, continuando à espera do primeiro título mundial, tendo a campeã do mundo imposto um 15-8 à Itália no jogo pelo último lugar do pódio.

Bea Ortiz, de Espanha, e Vasiliki Plevritou, da Grécia, acabaram como melhores marcadoras do torneio, com 25 golos, cada, enquanto Maria Machado foi a melhor portuguesa e uma das melhores da competição, com 18, contribuindo para o 12.º posto do conjuto luso.