“Não conseguimos fechar o jogo antes, mas vencemos nos penáltis, estou feliz e sem palavras”, limitou-se a dizer Evangelos Doudesis, que levou a sua equipa a vencer o torneio de forma invicta, e com um triunfo nos penáltis na final, após o 10-10 no tempo regulamentar.
Segundo Doudesis, no final de um grande jogo, “alguém tinha de ganhar e alguém tinha de perder”.
“As diferenças entre as duas seleções são nulas. Acabámos por ter mais sorte nos penáltis e ganhámos desta feita, mas a Hungria foi extraordinária”, afirmou.
Por seu lado, Sandor Cseh, que lidera a equipa técnica da Hungria, salientou o “grande torneio” que as suas comandadas fizeram, a começar no Grupo B, em que também bateram Portugal, assim como a campeã olímpica Espanha.
“Para nós, foi uma boa competição, por isso, estou triste mas contente ao mesmo tempo. Hoje, fizemos tudo pela vitória, jogámos bem, mas não tivemos a sorte do dia”, declarou.
Mostrando-se “muito orgulhoso” de uma equipa que voltou a perder uma grande final, depois do Mundial de 2025 ante a Grécia, deu os parabéns às suas jogadoras e expressou o desejo de “melhorar daqui para a frente”.
As neerlandesas repetiram o triunfo de 2024 e chegaram ao sétimo título no palmarés do torneio – ninguém soma mais do que cinco, no caso a Itália.
Por seu lado, as húngaras, três vezes campeãs da Europa, voltaram a perder uma grande final internacional, depois de em 2025 terem sido ‘vices’ mundiais, à custa da Grécia, e completaram uma década desde o último título continental.
