Presidente do Vitória SC alega três penáltis por marcar ante Gil Vicente

O árbitro, Anzhony Rodrigues, reage durante o encontro
O árbitro, Anzhony Rodrigues, reage durante o encontroHUGO DELGADO/LUSA

O presidente do Vitória SC, António Miguel Cardoso, considerou esta segunda-feira que deveriam ter sido assinaladas três grandes penalidades a favor dos vimaranenses perante o Gil Vicente, no encerramento da 13.ª jornada da Liga Portugal.

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Na sala de imprensa do Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, o dirigente alegou que o árbitro Anzhony Rodrigues deveria ter marcado penálti aos 16 minutos, por um agarrão de Espigares a Noah Saviolo, aos 42, num lance entre Buatu e Miguel Maga inicialmente considerado penálti, antes de ser revertido para livre, e no lance entre Espigares e Alioune Ndoye, aos 90+3.

A única coisa que tenho a dizer depois deste jogo é que queixamo-nos de três penáltis que não foram marcados. Falo concretamente do agarrão sobre o Noah, aos 15 minutos, falo de um agarrão sobre o Miguel Maga, aos 42 minutos, e de um agarrão sobre o Alioune Ndoye, aos 90+3”, disse.

O lance em que Alioune Ndoye caiu na área gilista, reclamando ter sido agarrado pelo central dos galos, foi aquele que mereceu mais protestos dos jogadores e equipa técnica vimaranense, com o juiz da Associação de Futebol da Madeira a expulsar João Costa, adjunto do treinador vitoriano, Luís Pinto.

O Vitória SC, oitavo da tabela, com 18 pontos, e o Gil Vicente, quarto, com 24, empataram 0-0.

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