Ranking milionário: As 10 atletas femininas mais bem pagas do mundo

Coco Gauff comemora a conquista de um ponto na final do Miami Open
Coco Gauff comemora a conquista de um ponto na final do Miami Open ČTK / imago sportfotodienst / Latin Sport Images, Flashscore

De Coco Gauff a Eileen Gu, passando por Jessica Pegula, o domínio é claro: o ténis continua a liderar o topo do desporto feminino em termos financeiros. O Flashscore apresenta-lhe o ranking completo das atletas mais bem pagas do mundo, numa lista onde as estrelas do WTA Tour voltam a impor a sua força dentro - e fora - dos courts.

1) Coco Gauff

30,5 milhões de euros (ténis) – 7,4 milhões em prémios | 23,1 milhões fora de campo

Coco Gauff, que foi a terceira jogadora mais bem paga do ténis no ano passado, conquistou o Open de França em 2025, mas é fora do court que continua a reforçar o seu império comercial. A Mercedes-Benz e o Chase Bank juntaram-se à lista de patrocinadores da norte-americana de 21 anos, que também assinou novas parcerias com a New Balance e a marca de moda Miu Miu.

2) Aryna Sabalenka

27,6 milhões de euros (ténis) – 13,8 milhões dentro de campo | 13,8 milhões fora de campo

Aryna Sabalenka terminou a temporada como a jogadora mais bem classificada do WTA Tour pelo segundo ano consecutivo e liderou o circuito em 2024, com quatro títulos de singulares. A bielorrussa, patrocinada por marcas como a Audemars Piguet e a Master & Dynamic, é apenas a quarta atleta feminina a ultrapassar a marca dos 25 milhões de euros em ganhos anuais.

3) Iga Swiatek

23,1 milhões de euros (ténis) – 9,3 milhões dentro de campo | 13,8 milhões fora de campo

No court, Iga Swiatek voltou a destacar-se no último ano, conquistando Wimbledon pela primeira vez. Fora das quatro linhas, a polaca deu um passo importante ao lançar, em março de 2026, a empresa Jazda!, sinalizando a entrada num “modo CEO” e a expansão estruturada para novos projetos empresariais além do ténis.

4) Eileen Gu

21,3 milhões de euros (esqui de estilo livre) – 0,1 milhões dentro de campo | 21,2 milhões fora de campo

Gu, que se tornou a atleta mais bem sucedida da história dos Jogos Olímpicos nas disciplinas de estilo livre, com apenas 22 anos, em Milão-Cortina, não ganha muito dinheiro com as suas atuações nas pistas. Mas fora das pistas, Gu tem uma longa lista de patrocínios lucrativos, incluindo a Red Bull, a Porsche, a IWC Schaffhausen e a sua mais recente adição, a eletrónica TCL.

5) Qinwen Zheng

20,8 milhões de euros (ténis) – 1,5 milhões dentro de campo | 19,3 milhões fora de campo

Depois de Zheng ter conquistado o ouro olímpico nos Jogos Olímpicos de Paris e ter chegado à sua primeira grande final no Open da Austrália em 2024, as expectativas começaram a aumentar para uma jogadora que se transformou num ícone de marketing na sua China natal, onde acordou parcerias com uma dúzia de parceiros, incluindo a Alipay, a Audi e a Dior.

6) Madison Keys

12,3 milhões de euros (ténis) – 4,0 milhões dentro de campo | 8,3 milhões fora de campo

Madison Keys, que trabalha com marcas como Brilliant Earth, IBM e MassMutual, caiu para o 17.º lugar no ranking da WTA, mas há esperança de que ela possa voltar ao topo absoluto depois de ganhar o seu primeiro título de Grand Slam no Open da Austrália no ano passado.

7) Nelly Korda

11,9 milhões de euros (golfe) – 2,8 milhões dentro de campo | 9,2 milhões fora de campo

Nelly Korda teve uma temporada de 2025 de grande nível no LPGA Tour, somando sete títulos em 16 torneios, incluindo uma impressionante série de cinco vitórias consecutivas entre janeiro e abril de 2024. Fora dos relvados, também reforçou o seu estatuto comercial, juntando a EY a um portefólio de patrocinadores que já inclui a Cisco, a Delta Air Lines e a Goldman Sachs.

8) Naomi Osaka

11,5 milhões de euros (ténis) – 2,3 milhões dentro de campo | 9,2 milhões fora de campo

Naomi Osaka, quatro vezes campeã do Grand Slam, deu sinais de regresso à melhor forma em 2025, ao voltar ao top 20 do ranking pela primeira vez desde janeiro de 2022. Fora do court, a japonesa construiu um império empresarial diversificado, com investimentos em media, cuidados de pele e gestão desportiva, assente na promoção da inclusão e de novas narrativas culturais.

9) Elena Rybakina

11,5 milhões de euros (ténis) – 7,8 milhões dentro de campo | 3,7 milhões fora de campo

O título de Elena Rybakina em Wimbledon, em 2022, continua a ser o maior da sua carreira, mas os cerca de 2,2 milhões de euros arrecadados nessa conquista ficam bem abaixo dos aproximadamente 4,8 milhões de euros que recebeu ao terminar invicta as WTA Finals no ano passado. A tenista criou ainda a sua própria empresa de gestão, com o objetivo de aumentar a transparência, a eficiência fiscal e adaptar os seus negócios às suas necessidades futuras.

10) Jessica Pegula

11,3 milhões de euros (ténis) – 4,9 milhões dentro de campo | 6,4 milhões fora de campo

Pegula, filha do bilionário Terry Pegula e de Kim Pegula, proprietários dos Buffalo Bills da NFL e dos Buffalo Sabres da NHL, qualificou-se para o WTA Finals pelo quarto ano consecutivo. Fora do campo, revelou parcerias com a Hyatt e a ração para cães Maev e lançou um podcast chamado The Player's Box, juntamente com três outras estrelas do ténis.

A lista é baseada nas informações distribuídas pela Forbes