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Os franceses continuam a depender apenas de si mesmos para se sagrarem bicampeões, mas deitaram por terra o objetivo de alcançar o Grand Slam e têm, agora, de vencer, em Paris, a Inglaterra, que também hoje foi surpreendida pela Itália (23-18), em Roma.
A favor dos gauleses joga, ainda, o facto de serem a última seleção ainda com aspirações ao título a entrar em campo na última ronda, já depois do Irlanda-Escócia, rivais que se defrontam no primeiro desafio do super sábado e que, vencendo, ficam à espera de uma escorregadela do líder do torneio.
Concluída a quarta jornada, a França lidera com 16 pontos, tantos quanto a Escócia, graças a uma vantagem de 58 pontos no goal average, enquanto a Irlanda, que na sexta-feira cumpriu contra o País de Gales (27-17), segue em terceiro lugar, com 14 pontos. Fora da corrida estão a Itália (nove pontos), a Inglaterra (seis) e o País de Gales (um).
Este sábado, em Murrayfield, a França podia festejar o título se vencesse a Escócia com ponto de bónus, mas os escoceses destruíram por completo a defesa francesa num encontro com 13 ensaios (7-6), e mantiveram acesa a esperança de alcançar o seu primeiro título desde 1999, último ano em que o torneio foi disputado por cinco seleções.
Pouco depois, em Roma, a Itália recuperou de uma desvantagem de 12-10 ao intervalo para ultrapassar a Inglaterra e ficar a depender apenas de si mesma para repetir a sua melhor classificação de sempre no torneio, o quarto lugar.
A última jornada do torneio das Seis Nações disputa-se no próximo sábado, com os seguintes encontros: Irlanda-Escócia, País de Gales-Itália e França-Inglaterra.
