"Eu vou avançar para a justiça com o Maracanã", disse Pedrinho à CazéTV.
A decisão de Pedrinho dá-se após o consórcio do Maracanã, gerido por Flamengo e Fluminense, negar de forma oficial a possibilidade de cessão ao Vasco para o confronto decisivo.
Na entrevista, Pedrinho deixou clara a preferência por São Januário, mas afirmou que o Maracanã surge como peça fundamental para a realização do confronto caso a CONMEBOL rejeite a proposta para que o jogo eliminatório aconteça na casa cruz-maltina.
"A minha prioridade contra o Boca Juniors é São Januário. Independentemente que sejam quatro mil adeptos (visitantes). (Em segundo) Maracanã. Se eu tenho a possibilidade de receber negativa em São Januário, eu vou avançar judicialmente para o Maracanã", reforçou o mandatário.
São Januário possui atualmente capacidade ligeiramente superior a 20 mil pessoas. A limitação de público é um entrave, já que a CONMEBOL exige capacidade mínima de 30 mil lugares para a realização de uma meia-final da Copa Sul-Americana.
O Vasco propôs aumentar para quatro mil a quantidade de ingressos destinados à claque do Boca Juniors e negocia uma flexibilização junto à CONMEBOL. A iniciativa, no entanto, ainda não foi aprovada pela entidade. A Polícia Militar do Rio de Janeiro, por sua vez, sugeriu que o confronto aconteça no Maracanã. A outra opção é levar a partida para o estádio Nilton Santos, a casa do Botafogo.
A primeira partida entre Boca Juniors e Vasco, na Bombonera, está marcada para o dia 13 de outubro.
