Recorde as incidências do encontro
Pedro Hipólito (treinador da Sanjoanense):
"Acho que o resultado é justo, porque, apesar da diferença das divisões em que as equipas competem, conseguimos equilibrar o jogo e muitas vezes estar por cima do Nacional.
Tivemos organização e inteligência e os jogadores trabalharam uns para os outros. No fim, a qualidade deles fez a diferença.
Pelo trabalho que estes rapazes têm desenvolvido e por tudo o que fazem diariamente, a vitória é mais do que merecida. Vamos continuar a encarar todas as competições jogo a jogo. Somos uma equipa do Campeonato de Portugal e não somos favoritos a nada, mas cada jogo da Taça de Portugal é uma oportunidade para competir e nos mostrarmos. Vamos sempre tentar agarrar essa possibilidade".
Alexandre Santos (treinador do Nacional):
"Esta derrota explica-se pelas oportunidades de golo que tivemos e não marcámos. Os jogadores estão frustrados e desiludidos com o resultado, mas não com a nossa entrega.
Devido ao estado do relvado não conseguimos explanar o nosso futebol nos primeiros 15 minutos, mas depois soubemos adaptar-nos, sobretudo na segunda parte, na qual tivemos mais oportunidades de golo. Depois, a 10 minutos do fim sofremos um golo que nos deixou a responder com o coração, mas com golos não conseguimos responder.
A nossa obrigação era ganhar e esse sinal foi dado pelo Nacional desde o primeiro momento. No entanto, tomar conta do jogo num relvado nestas condições não é fácil".
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