Recorde aqui as incidências do encontro
Tim Sparv (treinador do Mafra):
“A minha carreira ainda é muito curta. Por isso, é fácil dizer que é provavelmente o ponto mais alto até agora. Estou extremamente orgulhoso dos jogadores, da equipa técnica e da resiliência demonstrada perante as contrariedades, como ficar em desvantagem.
Nos últimos três jogos da Taça a equipa disputou dois prolongamentos e uma decisão em grandes penalidades, por isso emoção não falta. A equipa entra em todos os jogos para vencer e respeita a competição. O trabalho ainda está numa fase inicial, mas os sinais são promissores e a dedicação dos jogadores tem sido inspiradora, demonstrando que a equipa não tem medo de nenhum adversário”.
Petit (treinador do Santa Clara):
“Em primeiro lugar tenho de dar os parabéns ao Mafra pela passagem. Nós tivemos uma entrada muito boa e aos 20 minutos tínhamos controlo absoluto e um golo marcado. Criar seis situações e fazer apenas um golo é muito curto para o que produzimos ofensivamente e contra estas equipas, quando não matas o jogo, acabas por sofrer.
Na primeira vez que o Mafra foi à nossa baliza fez o empate. Fomos para o intervalo com 1-1, menos um jogador e o Ferreira amarelado. No intervalo tirámos o Ferreira por causa do cartão e mudámos a estrutura. Com 10 jogadores a equipa continuou, mas o Mafra acabou por chegar ao 2-2 perto do fim do jogo. No prolongamento, num cruzamento e ressalto, fizeram o 3-2.
Tivemos oportunidades, houve um penálti não assinalado, mas a culpa é nossa pelo que produzimos e falhámos. Há que levantar a cabeça e pensar no próximo jogo”.
