A norte-americana conquistou o troféu do Adelaide International 2025, o que impulsionou a sua vitória no Open da Austrália, alcançada numa final épica frente a Aryna Sabalenka no Melbourne Park.
"Sem dúvida que ajudou imenso", afirmou a norte-americana de 30 anos aos jornalistas, na véspera do torneio WTA de Adelaide.
Keys também venceu em 2022, na sua única outra presença na cidade da Austrália do Sul, e acredita que isso é um bom presságio para a preparação do Open da Austrália.
"Nas duas vezes anteriores em que joguei em Adelaide, acabei por chegar às meias-finais do Open da Austrália. E no ano passado, como se sabe, fui ainda mais longe", referiu Keys, a número sete mundial.
O Open da Austrália está a apenas uma semana de distância e Keys retira apenas aspetos positivos da derrota frente a Sabalenka no torneio de arranque da época, o Brisbane International, na semana passada.
"Queremos sempre disputar encontros no início da época. É fundamental testar-nos", afirmou Keys, que tem entrada direta na segunda ronda em Adelaide.
"Disputar o maior número possível de bons encontros ajuda-nos a perceber o que está a funcionar, o que não está, e onde é preciso ajustar aqui ou ali. Também nos dá muita confiança e embalo".
Keys é a segunda cabeça de série em Adelaide, atrás da compatriota Jessica Pegula, com a russa Mirra Andreeva como terceira cabeça de série.
"Até agora nunca perdi aqui, por isso gostava de manter essa marca", disse Keys.
"Seria um registo muito interessante de ter. Portanto, esse é claramente o objetivo", finalizou.
