Um abraço a uma árvore sul-americana de dimensões impressionantes nos jardins de Melbourne. Esta é a mais recente excentricidade de Novak Djokovic que, após vencer o italiano Francesco Maestrelli, partilhou com o público este seu hábito: sempre que pode, dirige-se ao parque urbano da cidade australiana e abraça um figueira-brasileira que considera uma fonte de bem-estar.
O sérvio, tal como muitos outros tenistas, adota rituais para manter a concentração e afastar as distrações. Admitiu que a visita ao jardim e o abraço à árvore fazem parte dos seus rituais. "É o meu amigo mais antigo aqui em Melbourne", afirmou o goat do ténis mundial.
"Esteve lá para curar as minhas feridas e fazer-me companhia. É uma ligação maravilhosa, a natureza é uma aliada tão poderosa. Temos uma amizade que já dura há mais de 20 anos". Djokovic, aos 38 anos, quer conquistar o seu 25.º Slam, um feito inédito no ténis. A sua longevidade desportiva está também muito ligada aos hábitos alimentares, treinos específicos e algumas práticas de natureza ascética.
