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“Foram quatro encontros de bom nível, quatro vitórias contra bons jogadores. Já não tinha uma série de vitórias tão grande há algum tempo e isso traz-me confiança. Nada melhor do que arrancar bem a época, tal como no ano passado, mas agora é continuar a trabalhar, ser cada vez mais consistente, porque apenas a consistência vai me levar a estar mais vez entre os melhores e poder discutir melhor estes encontros grandes”, avançou o lisboeta, em declarações à Lusa.
Jaime Faria, número dois nacional e 151 do mundo, somou três triunfos na fase de qualificação, à semelhança do sucedido em 2025, e venceu a primeira ronda do quadro principal de singulares diante do belga Alexander Blockx (96.º ATP), antes de ceder perante o moscovita, 15.º colocado no ranking ATP, em quatro sets, pelos parciais de 4-6, 3-6, 6-4 e 5-7.
“Acho que me faltou um bocadinho de experiência naqueles momentos importantes, ao contrário do Andrey. Sinto melhorias técnicas em relação ao ano passado, sinto-me melhor jogador e o mais importante agora é trabalhar a minha consistência em vários torneios e em vários encontros”, frisou o tenista, de 22 anos.
Apesar de ter sido travado pelo segundo ano consecutivo na segunda ronda do primeiro torneio do Grand Slam da temporada, um ano após a derrota frente ao sérvio Novak Djokovic, Jaime Faria diz estar “feliz com o desempenho” nos Antípodas.
“Foram cinco encontros a jogar a muito bom nível. Volto com vontade de continuar a trabalhar bem para estar mais vezes entre os melhores e, no futuro, ter mais experiência em encontros deste nível”, acrescentou.
Jaime Faria regressa agora a Portugal para disputar, na próxima semana, o Indoor Oeiras Open, antes de viajar para a China, onde vai representar a Seleção Nacional na Taça Davis. Depois segue para a América Latina para jogar a fase de qualificação do ATP 500 do Rio de Janeiro e do ATP 250 de Santiago.
