Djokovic regressará à competição pela primeira vez desde a surpreendente derrota na primeira ronda do US Open frente a Mariano Navone, no final do mês passado. O tenista de 39 anos debateu-se com problemas no ombro e nas costas e vomitou a meio do encontro.
O número 11 mundial procurará deixar esses problemas para trás quando defrontar o português Nuno Borges na primeira ronda, em Pequim, esta semana.
"Sim, estou a sentir-me bem até agora", afirmou na segunda-feira aos jornalistas o Djokovic, seis vezes campeão do Open da China.
"Vamos ver. É claro que é completamente diferente jogar um encontro oficial em comparação com sets ou sessões de treino. Mas, até agora, tudo está a correr bem. Estava ansioso por vir à China, como sempre estive. O meu registo em solo chinês fala por si".
"Sabendo isso, também traz uma dimensão de confiança de que preciso realmente. No geral, tudo tem corrido muito bem até agora com o corpo, a forma como me sinto e como estou a jogar".
O antigo número um mundial é uma enorme atração em Pequim, onde conquistou o título em 2009, 2010, 2012, 2013, 2014 e 2015, somando um registo de 29 vitórias e 0 derrotas no torneio ATP 500.
A procura pelo 25.º título do Grand Slam, que permitiria ampliar o seu recorde, continua a ser um dos poucos grandes objetivos que restam a Djokovic, cada vez mais selectivo quanto ao seu calendário de torneios nos últimos anos.
"Nesta fase da minha carreira, também se trata realmente dos torneios em que gosto de jogar, em que tive sucesso no passado e em que sinto que sou igualmente bem recebido pelos adeptos, de forma positiva", acrescentou Djokovic.

"A história dos meus resultados em solo chinês tem sido incrível. Não jogo aqui há 11 anos. Nos últimos anos, tentei conciliar isto com o calendário, mas acabou por acontecer de tal forma que joguei apenas em Xangai. Este ano, Pequim estava na lista de prioridades".
