A Grã-Bretanha entrou no dia com uma vantagem confortável de 2-0, depois de a jovem promessa Mika Stojsavljevic surpreender Talia Gibson e Dart bater Kimberly Birrell no primeiro dia.
Com isso, Storm Hunter e Ellen Perez, da Austrália, ficaram obrigadas a vencer no John Cain Arena, em Melbourne, mas não conseguiram corresponder e caíram por 6-3 e 6-4.
"É uma sensação incrível", afirmou uma emocionada Burrage, que tem lidado com lesões recentemente: "Sinto muito orgulho pela forma como jogámos, pela atitude com que entrámos em campo e pela maneira como conseguimos fechar o encontro."
O triunfo levou a Grã-Bretanha – que foi semifinalista no ano passado – às finais de setembro, que vão contar com oito equipas, em Shenzhen, China.
Hunter e Perez quebraram o serviço cedo e chegaram ao 3-1, mas desmoronaram-se, permitindo que Dart e Burrage vencessem os cinco jogos seguintes e fechassem o primeiro set. O segundo set foi bastante equilibrado, com quatro quebras de serviço, até que a dupla britânica voltou a quebrar para 5-4, e Burrage não vacilou ao servir para a vitória.
Foi um triunfo impressionante, ainda para mais sem nenhuma das quatro melhores britânicas a fazer a longa viagem, já que Emma Raducanu, Katie Boulter e Fran Jones optaram por focar-se na época europeia de terra batida, enquanto Sonay Kartal está lesionada.
"São duas excelentes jogadoras", disse Dart sobre Hunter e Perez: "Jogam muitos pares e foi a nossa primeira vez juntas. É mesmo incrível, porque jogámos bastante bem e conseguir chegar à final é quase surreal."
Estão a disputar-se sete eliminatórias este fim de semana, com a bicampeã em título Itália, liderada por Jasmine Paolini, a vencer por 2-0 em casa frente ao Japão.
Já os Estados Unidos, finalistas vencidos do ano passado e recordistas com dezoito títulos, estão em dificuldades, a perder por 2-0 frente à Bélgica em Ostende.
