Recorde as incidências da partida
Francisco Cabral (30.º do ranking mundial de pares) e JJ Tracy (42.º) venceram os franceses Theo Arribage (20.º) e Albano Olivetti (19.º), por 4-6, 6-4 e 10-8, ao fim de uma hora e 30 minutos.
Antes do portuense, apenas João Sousa tinha chegado à final de pares em Masters 1.000, em Roma em 2018, onde, com o espanhol Pablo Carreño Busta, perdeu com os colombianos Juan Sebastián Cabal e Robert Farah.
Na final, a dupla luso-norte-americana vai defrontar os alemães Jakob Schnaitter (33.º) e Mark Wallner (33.º) ou os austríacos Neil Oberleitner (39.º) e Lucas Miedler (26.º), antigo parceiro de Cabral.
Cabral está pela primeira vez numa final de um Masters 1.000, depois de ter estado nas meias-finais em outra ocasião, em Paris em 2025, com Lucas Miedler, garantindo, virtualmente, a subida ao 22.º lugar do ranking.
Esta será a 14.ª final da carreira de Cabral, que já conquistou sete títulos, o último dos quais em Hangzhou, já com JJ Tracy, depois de quatro títulos com Miedler (Brisbane em 2026, Atenas, Hangzhou e Gstaad em 2025).
A primeira vitória aconteceu ao lado do amigo Nuno Borges no Estoril Open de 2022, ano em que ainda conquistou Gstaad, com o bósnio Tomislav Brkic, tendo todos os seus títulos a acontecerem em torneios ATP 250, com a final perdida de Viena, um ATP 500, a ser a de uma categoria mais elevada.
JJ Tracy tinha como melhor prestação num Masters 1.000 os quartos de final em Paris em 2025, onde, com o australiano John Peers, foi eliminado por Cabral e Miedler.
