"Decidi continuar em 2026 com o objetivo de, quem sabe, dar a volta ao mundo. Quero tornar-me um surfista melhor, quero ser o melhor pai que eu puder e combinar tudo isso com aventura e curiosidade constantes", afirmou em comunicado o surfista, que tinha recebido um convite da WSL para regressar ao circuito mundial.
Depois de abdicar de competir na elite mundial do surf em 2025, John John voltou a optar por ficar de fora na nova temporada, que arranca em abril, na Austrália, com o marroquino Ramzi Boukhiam a beneficiar da desistência para voltar ao circuito mundial após uma grave lesão.
"Estou mais do que entusiasmado por voltar ao circuito mundial", lançou o atleta africano, realçando que está pronto para "dar tudo" no circuito principal da WSL em 2026, que vai contar pela primeira vez com uma surfista portuguesa, a olímpica Yolanda Hopkins, que já garantiu a qualificação.
Este ano, o circuito de elite vai voltar ao seu formato original de pontos corridos, aumentando assim a importância de consistência ao longo da temporada, estando a decisão final prevista para Pipeline, no Havai (Estados Unidos), após passagem pela Praia de Supertubos, em Peniche.
A temporada arranca em abril, em Bells Beach (Austrália), seguindo depois para Margaret River e Gold Coast, ambas também na Austrália, Punta Roca (El Salvador), Saquarema (Brasil), Jeffreys Bay (África do Sul), Teahupoʻo (Taiti), Cloudbreak (Fiji), Lower Trestles (Estados Unidos), Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), Peniche (Portugal) e Pipe Masters (Estados Unidos).
