Recorde as incidências da partida
No Pavilhão João Rocha, em Lisboa, o triunfo por 25-22, 25-22, 19-25 e 25-20 foi insuficiente para roubar o terceiro lugar ao Luneburg, com os leões a falharem o objetivo por apenas 13 pontos, resultantes do total efetuado em todas as partidas.
A formação de João Coelho despede-se da Liga dos Campeões na quarta e última posição do Grupo D, com seis pontos, os mesmos do Luneburg, que segue para a Taça CEV, enquanto Zawiercie (15) e Resovia Rzeszów (nove) continuam em prova.
Os leões voltaram a utilizar o fator casa a seu favor e começaram determinados à procura de agarrar a hipótese de continuar nas competições europeias e, após um início equilibrado, começou a superiorizar-se logo a meio do parcial inicial (13-10).
O Resovia Rzeszów ainda ameaçou (19-18), mas o Sporting rapidamente obteve a mesma vantagem e fechou mesmo o primeiro parcial a seu favor (25-22), abrindo boas perspetivas rumo ao objetivo, contra um adversário com a situação definida.
Com muita resiliência e pontos bem conquistados, o Sporting aguentou a reação da equipa polaca e manteve a indecisão até à etapa final do segundo parcial, que, durante muito tempo, não teve nenhuma das turmas a alcançar uma boa margem.
No entanto, a partir dos 22-19, os leões voltaram a galvanizar-se e a tornarem-se superiores ao adversário, arrebatando o segundo set pelo mesmo resultado (25-22). O trabalho mais difícil estava conseguido, mas ainda era preciso sentenciá-lo.
Era mesmo isso que parecia que o Sporting iria fazer, ao virar o resultado para seu favor a meio do terceiro parcial (12-9), mas sete pontos consecutivos do Resovia Rzeszów (13-17) ditaram a história deste set decisivo para as ambições leoninas.
Desta forma, os polacos conquistaram esse parcial (19-25), pese embora a grande reação sportinguista no quarto set, carimbando mais uma fantástica vitória, que, contudo, deixa um sentimento agridoce, após quatro derrotas nos primeiros jogos.
