Watzke, que integra o executivo da UEFA, mostrou-se chocado com os acontecimentos na FIFA nos últimos meses, mas elogiou ao mesmo tempo a união do futebol europeu. "Para mim, também foi um bom sinal da UEFA termos rejeitado isto de forma tão unânime", sublinhou o dirigente de 67 anos.
Foi importante, continuou Watzke, "obter uma declaração escrita da FIFA absolutamente clara e inegociável de que este assunto não só está morto, como também ninguém tentará ressuscitá-lo".
A UEFA exige a saída de Infantino e está a preparar uma queixa-crime na Suíça contra ele. O motivo é o papel do presidente da FIFA no plano entretanto abandonado de vender participações em torneios da federação mundial a investidores privados, incluindo do círculo do presidente dos EUA, Donald Trump. O objetivo da UEFA é forçar o suíço a desistir antes das eleições presidenciais no congresso de março de 2027.
Watzke sublinhou que defende a posição da UEFA de que só é possível avançar sem Infantino, "só por razões de confiança". No entanto, caso Infantino seja reeleito, aceitarão essa decisão. Watzke afastou a possibilidade de uma nova ameaça de boicote.
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