Recorde aqui as incidências do encontro
“Adoro três centrais porque me permite ter 7 jogadores a atacar. O jogo não funciona só quando temos bola. É importante os momentos de contra-ataque, de bola parada ofensiva, três centrais dão uma força tremenda na bola parada", explicou Abel no Nubank Park, após o 3-0 válido para a primeira mão dos quartos de final da Taça do Brasil.
“Não estou aqui a confrontar, o sistema dá o que se pedir a ele", continuou o técnico quando questionado sobre a saída de Allan, contratado pelo Manchester City. “Eu faço tudo aquilo que sinto que é o melhor para o Palmeiras”.
“O sistema é estático, mas o jogo é dinâmico. Isso roda. Sabem como joga o Chelsea? O Atlético Mineiro, que já não perde há vários jogos. O sistema dá o que tu quiseres. A mim custa-me discutir sistemas convosco porque eu não discuto com o médico. Tem muito mais conhecimento do que eu. Cada um dá a sua opinião, o sistema dá o que tu quiseres", alfinetou Abel.
O treinador alviverde também referiu que pode poupar jogadores para o jogo da segunda mão na Vila Belmiro.
“O futebol brasileiro não perdoa ninguém. Jogadores e equipa técnica. O nosso plantel está muito curto, muito curto. Pena que temos três lesionados que nos dariam outras soluções", disse.
Abel Ferreira elogiou ainda o peso e a liberdade que tem junto da direção do Palmeiras. “Não vou encontrar em lado nenhum o que tenho aqui. Nem no Barcelona, nem no Real Madrid. É difícil estar num clube onde tens voz, liberdade e tudo mais”.
Santos e Palmeiras voltam a defrontar-se no dia 2 de setembro.
