Esta terça-feira, o Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou uma repreensão a Gustavo Correia. O órgão federativo considerou que o árbitro violou os “deveres de exatidão, rigor e verdade” Em causa estão as acusações feitas a Mário Branco, diretor geral do Benfica, após o empate com o Famalicão (2-2), da 32.ª jornada da Liga Portugal.
Segundo o acórdão, Gustavo Correia “violou os deveres de exatidão, rigor e verdade” ao insistir “numa versão não condizente com a realidade comprovada em imagens de CCTV”, mas deixa a ressalva de que o árbitro atuou “sem intenção de falsear ou adulterar os factos, convicto de que a factualidade que relatava correspondia ao realmente acontecido”.
Recorde-se que, no relatório, Gustavo Correia relatou insultos proferidos por Mário Branco, mas acrescentou que o diretor encarnado foi impedido de se aproximar da equipa de arbitragem pelos assistentes de recinto e forças policiais. É este último ponto que o Benfica contestou e que o Conselho de Disciplina provou não serem verdade, graças às imagens das câmaras de segurança.
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