Ir para o conteúdo principal

Basquetebol: Benfica vence GDESSA (73-31) e conquista Supertaça feminina

Benfica somou triunfo em Almada
Benfica somou triunfo em AlmadaSL Benfica

O Benfica, campeão e detentor da Taça de Portugal, conquistou este domingo pela quarta vez a Supertaça feminina de basquetebol, ao vencer o GDESSA por 73-31, em Almada.

Reveja aqui as principais incidências da partida

O Benfica conquistou a Supertaça feminina de basquetebol numa partida de sentido único, onde Schaquilla Nunn foi rainha com um duplo-duplo que acentuou a fragilidade das rivais.

A poste norte-americana registou 17 pontos e 11 ressaltos em menos de 18 minutos de utilização, com eficácias acima de 70% nos lançamentos de campo, de dois pontos e lances livres para arrecadar o troféu de MVP e catapultar as encarnadas para a conquista da quarta Supertaça do seu historial.

O conjunto orientado por Ricardo Vasconcelos não esteve sequer um segundo em desvantagem e liderou o marcador desde os 33 segundos de jogo, conseguindo parciais de 20-10, 19-7, 17-7 e 17-7 para uma conquista sem contestação que junta a Supertaça ao título de campeãs nacionais e à Taça de Portugal conquistada na época passada, precisamente frente ao GDESSA.

O clube da Luz soma, agora, quatro Supertaças no seu historial de basquetebol feminino, igualando o Algés, atrás de Estrelas da Avenida (cinco) e CAB Madeira (sete).

Num pavilhão bem composto de público, em Almada, o Benfica abriu uma vantagem de 10 pontos logo no primeiro período (20-10), muito graças à elevada eficácia nos lançamentos de três pontos (57%) e alguma falta de agressividade do GDESSA na luta das tabelas e de eficácia nos arremessos de campo (21%).

A diferença agravou-se no segundo quarto, com as encarnadas a conseguirem um parcial de 11-0 nos primeiros cinco minutos e a dispararem definitivamente no marcador, para 39-17 ao intervalo, já impulsionadas pela eficácia de Nunn nos lançamentos de campo (83%), enquanto a equipa do Barreiro não tinha argumentos para travar a velocidade de jogo das rivais.

E se as campeãs nacionais tinham precisado de cinco minutos para conseguir um parcial de 11-0 no período anterior, após o intervalo precisaram apenas de metade do tempo para fazê-lo e levar o marcador para 50-17.

No final desses 10 minutos a vantagem já era de 32 pontos (56-24) e só não era mais alargada porque as águias, apesar não baixarem a intensidade, já se iam dando ao luxo de tomar decisões que um placard mais equilibrado desaconselharia.

Às finalistas vencidas da Taça de Portugal na época passada restava pouco mais do que salvar a honra no derradeiro período, mas nem isso foi conseguido e o GDESSA terminou a Supertaça com números para esquecer: 17% nos lançamentos de campo (11/62), 20% nos de dois pontos (8/39), 13% nos de três pontos (3/23) e 46% nos lances livres (6/13), para além de apenas 28 ressaltos conquistados junto às tabelas contra 59 das rivais.

À superioridade junto às tabelas, o Benfica juntou, ainda, elevadas eficácias de 42% nos lançamentos de campo (24/57), nos de dois pontos (52%, 13/25), nos de três (34%, 11/32) e na linha de lance livre (66%, 14/21) num jogo que foi um autêntico treino em competição, mas no qual teve o mérito de o encarar com a mesma seriedade do primeiro ao último minutos.

Escolha o Flashscore no GoogleVeja os nossos artigos mais vezes
AdicioneAdicionar no Google