O antigo presidente da FIGC, Giancarlo Abete, único outro candidato ao cargo antes da votação marcada para 22 de junho, também formalizou uma candidatura rival.
O futebol italiano entrou em crise em março, depois de a seleção masculina falhar pela terceira vez consecutiva o apuramento para o Mundial, levando à demissão de Gabriele Gravina do cargo de presidente da FIGC.
O selecionador Gennaro Gattuso e o diretor-geral da equipa, Gianluigi Buffon, também apresentaram a demissão após a eliminação no play-off de qualificação frente à Bósnia-Herzegovina.
Malago foi presidente do comité organizador de Milão-Cortina e liderou igualmente o Comité Olímpico Italiano (CONI), o órgão máximo do desporto nacional, entre 2013 e 2025.
Com 67 anos, é o grande favorito a suceder a Gravina, já que conta com o apoio da Serie A e das associações de jogadores e treinadores, que juntas representam 48 por cento dos votos. Na terça-feira, também a Serie B, que detém seis por cento dos votos, anunciou o seu apoio a Malago, embora essa decisão dependa ainda da análise dos programas dos dois candidatos à FIGC.
Quem suceder a Gravina terá não só de nomear um novo selecionador nacional, mas também de responder ao desejo antigo de reforma dentro da FIGC e liderar a participação de Itália no Euro-2032, que será coorganizado com a Turquia.
No mês passado, o presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, afirmou ao Gazzetta Dello Sport que Itália pode perder o torneio devido ao estado dos estádios de futebol do país, que classificou como "dos piores da Europa".
