O murciano vai dispor de uma Desmosedici oficial, tal como os dois pilotos da equipa oficial Ducati, os seus compatriotas Marc Márquez e Pedro Acosta.
Aldeguer, que conquistou uma vitória na Indonésia e mais dois pódios na Áustria (terceiro) e em França (segundo) na sua primeira época na elite, em 2025, vive uma segunda campanha mais complicada e marcada pelas lesões, especialmente uma fratura do fémur na perna esquerda que o fez falhar os testes de pré-época neste inverno.
"Desde que chegou à MotoGP demonstrou um talento extraordinário, uma grande capacidade de aprendizagem e uma determinação que nos impressionaram de imediato. Continua a ser um piloto muito jovem, mas o seu potencial é enorme e estamos convencidos de que ainda tem uma grande margem de progressão. Por isso decidimos investir ainda mais nele", sublinhou Gigi Dall’Igna, diretor-geral da Ducati Corse.
A identidade do seu futuro companheiro de equipa ainda não é conhecida, mas deverá ser o italiano Nicolo Bulega, que está a dominar o campeonato de Superbikes, segundo a imprensa especializada.
Marini para a Tech3
Por outro lado, Marini, meio-irmão de Rossi, que tinha competido com a VR46 antes de assinar pela Honda há dois anos, assinou pela equipa francesa Tech3, equipa satélite da KTM dirigida pelo italiano Günther Steiner.
"Traz uma enorme experiência, mas também a mentalidade e o enfoque certos para aquilo que estamos a construir. Entramos num novo capítulo entusiasmante com a KTM, e estamos convencidos de que o Luca tem a velocidade, a experiência e a determinação necessárias para nos ajudar a alcançar os nossos objetivos", declarou esta quarta-feira o antigo chefe da equipa norte-americana de F1 Haas.
A Tech3 também não revelou o nome do seu segundo piloto para 2027, mas o jovem australiano Senna Agius, atualmente terceiro no campeonato de Moto2, parte como favorito segundo vários meios.
