Dalia López foi capturada no passado dia 02 de abril na capital paraguaia, após ter permanecido seis anos foragida às autoridades. Desde a sua detenção, encontrava-se sob custódia numa sede policial.
O juiz Francisco Acevedo alegou que existe "perigo de fuga" e confirmou que López deverá permanecer em prisão preventiva no estabelecimento prisional feminino de Emboscada, a cerca de 35 km de Assunção.
A empresária, de 55 anos, é acusada de associação criminosa e de ter alegadamente fornecido documentos fraudulentos a Ronaldo de Assis Moreira, Ronaldinho, e ao seu irmão e representante, Roberto de Assis Moreira.
Dalia López tinha sido a responsável pela gestão da visita de Ronaldinho ao Paraguai para participar num evento de beneficência. À chegada ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e bilhete de identidade falsificados.
Recorde-se que Ronaldinho permaneceu quase um mês na prisão da Agrupação Especializada da Polícia de Assunção, tendo pago uma fiança de 1,6 milhões de dólares para passar a prisão domiciliária num hotel da capital, onde ficou até obter a liberdade. Até ao momento, 18 pessoas foram imputadas neste caso.
