Diogo Costa e Carolina João sobem duas posições em 470 nos Mundiais de vela

Estes Mundiais vão atribuir oito vagas para os 470 em Paris2024
Estes Mundiais vão atribuir oito vagas para os 470 em Paris2024Facebook/FPV

A dupla de olímpicos portugueses composta por Diogo Costa e Carolina João subiu este sábado ao 21.º lugar no segundo dia dos Mundiais de vela, em Haia, nos Países Baixos, aproximando-se dos lugares elegíveis para Paris2024.

Este sábado, o segundo dia de competição em Haia, Costa e João, olímpicos em Tóquio2020, ainda que em classes diferentes, conseguiram um quarto lugar numa regata e um 16.º noutra, melhorando a posição.

Estes Mundiais vão atribuir oito vagas para os 470 em Paris2024, porém, como a França já tem presença garantida, como anfitriã, e cada país só pode levar uma tripulação, os portugueses são para já a 11.ª embarcação nesta classificação particular, uma melhoria de dois lugares em relação a sexta-feira.

Nos mesmos 470, Beatriz Gago e Rodolfo Pires continuam a sentir dificuldades, caindo ao 41.º posto, após um 18.º e um 22.º lugares na sua frota, em competição comandada pelos japoneses Keiju Okada e Miho Yoshioka, com seis pontos.

Em 49er, Pedro Costa e João Bolina caíram hoje ao 77.º lugar, sem terminarem a primeira regata do dia por se virarem várias vezes, partindo ainda a ponteira do mastro na segunda, com Ricardo Alves e Tiago Alves a manterem o 73.º posto.

O arranque nesta classe olímpica está ‘azarado’ para as duas duplas portuguesas, uma vez que além dos problemas de Costa e Bolina, os Alves foram abalroados por outra embarcação durante a prova de hoje.

Na vela adaptada, que em Paris2024 não faz parte do programa paralímpico, João Pinto segue no quarto lugar em Hansa 303, mas em igualdade pontual com o terceiro, o britânico Rory McKinna.

Em RS Venture, ainda melhor resultado para Pedro Reis e Guilherme Ribeiro, que se mantêm no segundo lugar, vencendo a segunda regata do dia (a quarta no geral) e sendo segundos na primeira (terceira).

O dia teve hoje vento de intensidade média a forte, de 16 a 19 nós, predominando a onda curta.


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