Recorde as incidências da partida
O reforço Thijs Dallinga virou o jogo com um bis (72' e 82'). Também El Mala contribuiu para o resultado. Marcou o golo do empate (1-1) e sentiu um grande alívio. No total, "há já muito peso sobre os ombros. Estaria a mentir se dissesse que não", admitiu o jovem de 20 anos à Sky. Este golo foi um "pequeno desbloqueador": "Senti um enorme alívio."
Depois, El Mala cumpriu uma promessa de celebração. Diante dos adeptos do Colónia, imitou a celebração "Freeze" do capitão da seleção nacional de basquetebol, Dennis Schröder: "Disse: 'acho a celebração brutal, vou fazê-la também no fim de semana'.
O novo número 10 e o novo papel
Após renovar contrato com o Colónia, joga agora com o número 10. O último a usá-lo tinha sido Lukas Podolski, em 2012, em Colónia-Müngersdorf. "Uso o número com orgulho. É algo muito especial e trabalho todos os dias para isso. Quero mostrar isso também aos adeptos", afirmou El Mala.
Contra o Hoffenheim, El Mala esteve extremamente empenhado, mas também sob marcação cerrada da defesa do Hoffenheim. É normal que os adversários agora se adaptem a ele, "mas para isso tenho dez jogadores que me ajudam." A entrada de Dallinga foi especialmente importante no sábado. O neerlandês virou o jogo com dois golos. "Para mim, é um início perfeito", disse o homem do jogo: "Fiquei com pele de galinha."
Wagner acredita na manutenção
Na área, Dallinga é "frio como gelo", elogiou El Mala. Ajuda muito o Colónia. Em meados de agosto, o Colónia contratou o jogador de 26 anos por empréstimo ao Bolonha. Também o treinador René Wagner vê no novo avançado "um valor acrescentado para a equipa".
De qualquer forma, o técnico de 38 anos olha com otimismo para o resto da época na Bundesliga, após a vitória na jornada inaugural.
"O nosso plantel é suficientemente bom. E o nosso plantel vai garantir a nossa permanência na Liga", afirmou Wagner.
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