Ayari marcou pela Suécia, mas não festejou frente à Tunísia: entenda o motivo

Ayari não comemorou golo
Ayari não comemorou goloJulio Cesar AGUILAR / AFP

Um golo num Mundial costuma provocar as celebrações mais emocionantes em qualquer jogador. Mas não em Yasin Ayari, que abriu o marcador para a Suécia frente à Tunísia e recorreu à celebração típica de quem marca contra um antigo clube, levantando as mãos em sinal de desculpa.

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Ayari nasceu em 2003, na Suécia, filho de pai tunisino e mãe marroquina. Por isso, optou por um gesto de respeito mesmo depois de marcar na estreia em Mundiais.

O médio, porém, voltou a surpreender no mesmo jogo. Aos 22 anos, fechou a goleada da Suécia por 5-1 no último lance e, dessa vez, não dispensou a celebração: levou a mão à orelha e deslizou de joelhos pelo relvado.

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Formado no AIK, clube da sua cidade natal, Solna, o jovem passou pelos escalões de formação da seleção sueca até se estrear pela equipa principal, em janeiro de 2023. No mesmo ano, trocou o clube sueco pelo Brighton, de Inglaterra, onde continua a jogar.

Os números de Yasin Ayari
Os números de Yasin AyariFlashscore

Em 2021, a Federação Tunisina convidou Yasin Ayari a mudar de nacionalidade desportiva e a representar a seleção africana no Mundial-2022. O jogador, no entanto, escolheu continuar a defender a Suécia.

Um dos apoiantes da decisão foi o próprio pai de Yasin, Azzouz Ayari. "Ele deve sentir que está a retribuir ao país que realmente cuidou dele", afirmou Azzouz ao jornal sueco Aftonbladet.

O outro filho de Azzouz também é jogador: Taha Ayari, de 21 anos. O avançado tem seguido os passos do irmão, já que atua no AIK e soma convocatórias pelas seleções jovens da Suécia.

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