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Mundial-2026: Borja Iglesias resigna-se a cumprimentar Trump e espera que tudo aconteça "muito depressa"

Borja Iglesias no treino.
Borja Iglesias no treino.Reuters/Vincent Carchietta

O avançado de Espanha Borja Iglesias, conhecido pelo seu envolvimento político, resignou-se a apertar a mão do presidente norte-americano Donald Trump na final do Mundial frente à Argentina este domingo, desde que "tudo aconteça muito depressa", afirmou a uma revista local.

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O jogador do Celta Vigo de 33 anos, suplente na seleção, é reconhecido pelas suas posições contra o racismo e a homofobia.

Numa entrevista publicada na sexta-feira pela revista espanhola Panenka, especializada em futebol, garantiu que iria cumprir o protocolo da FIFA, marcado pela presença de Donald Trump, que deverá entregar o troféu ao vencedor.

"Não quero ir para a prisão (risos), declarou Iglesias. Espero cumprimentá-lo num momento em que todos estaremos muito felizes, que tudo aconteça muito depressa e que eu possa esquecer", atirou.

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"Penso que não é o momento para criar polémicas, as pessoas sabem perfeitamente o que penso. Gostava imenso de fazer muitas coisas, mas a verdade é que, mesmo que as pessoas achem que sou todo-poderoso, não tenho assim tanto poder para enfrentar certas situações", acrescentou.

No passado, Iglesias opôs-se nomeadamente ao então presidente da Federação Espanhola de Futebol, Luis Rubiales, no caso do beijo não consentido dado à jogadora Jenni Hermoso em 2023. Também se manifestou a favor dos protestos pró-palestinianos.

Mundial-2026

O Campeonato do Mundo de 2026 tem lugar de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México. O torneio conta com 48 seleções nacionais e é disputado em 16 estádios modernos.

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