Predominantemente vermelha, com apontamentos a verde e vermelho nas mangas e na gola, onde ostenta a bandeira de Portugal, assumindo a inspiração no equipamento da equipa das quinas que vai disputar, em junho, o Mundial-2026 nos Estados Unidos, no Canadá e no México.
Segundo a Associação Portuguesa de Desportos, a ligação a Portugal “não é circunstancial”, mas resulta de uma história iniciada em 1920, ano da fundação do clube por membros da comunidade portuguesa em São Paulo.
“O que para muitos será descoberta no próximo Mundial, para o clube é herança, identidade e pertença”, refere a sociedade desportiva em comunicado, numa alusão ao próximo Campeonato do Mundo, no qual a seleção lusa vai defrontar Uzbequistão, República Democrática do Congo e Colômbia.
Citado num comunicado, Marcello Ramalho, responsável pelas Marcas e Negócios da Portuguesa, rejeitou que o lançamento seja "oportunismo", defendendo tratar-se de "coerência histórica".
"A Portuguesa carrega Portugal desde a sua fundação. Num ciclo em que o mundo voltará a olhar para o país com especial atenção, apresentamos um equipamento que respeita essa raiz e a projeta com linguagem contemporânea", afirmou o dirigente.
O lançamento do terceiro equipamento acontece numa fase em que a equipa - que sempre assumiu as cores lusas - procura o acesso a um escalão superior no futebol brasileiro e em que a SAD pretende consolidar um “projeto moderno de gestão e marca”.
A Portuguesa, herdeira da Associação Portuguesa de Desportos, fundada em 1920 da união de cinco clubes da comunidade portuguesa em São Paulo, é uma SAD desde 2024 e disputa atualmente a Série D, a quarta divisão do futebol brasileiro.
