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"É um rapaz muito jovem, 18 anos, mas com uma grande maturidade futebolística e que sabe que este é o seu momento", afirmou De la Fuente num pequeno-almoço informativo realizado esta terça-feira.
Lamine "está muito entusiasmado, com uma vontade enorme", acrescentou o selecionador espanhol sobre o avançado do Barcelona.
O técnico espanhol insistiu que nunca se sabe o que vai acontecer, por isso apelou ao adolescente do conjunto blaugrana para aproveitar as boas oportunidades.
"Este é o seu momento. Lamine é muito bom, e será ainda melhor à medida que os seus companheiros o fizerem render a um nível superior", disse De la Fuente, que considera que Espanha tem "muitos dos melhores jogadores do mundo em diferentes posições".
Tal como fez na segunda-feira, De la Fuente mostrou-se otimista quanto à recuperação de Yamal da lesão muscular que o impediu de disputar os últimos jogos da época.
"Segundo os cálculos que temos, todos vão chegar, penso eu; sou muito otimista, acredito que estariam disponíveis para o primeiro jogo", explicou o selecionador espanhol, referindo-se ao jogador do Barcelona e a outros como Nico Williams.
"Se for preciso esperar um pouco mais, espera-se"
"Agora, será avaliado se faz sentido que jogue nesse jogo" frente a Cabo Verde a 15 de junho, com o qual a Espanha dará início ao seu percurso no Mundial.
"Na nossa prudência também, o nosso olhar vai além do primeiro jogo e também do segundo... Portanto, se for preciso esperar um pouco mais, espera-se", advertiu.

De la Fuente classificou o próximo Mundial como histórico "no sentido em que há realmente sete, oito, dez seleções com possibilidades reais de serem campeãs do mundo".
"Penso que essa situação nunca se tinha verificado na história de um Campeonato do Mundo, mas estamos entre elas, claro", admitiu, salientando também as dificuldades de um torneio nos Estados Unidos, Canadá e México.
"É preciso ir preparados e mentalizados" para muitas viagens de avião com pouca recuperação, pouco descanso, temperaturas elevadas, mas "isso já sabemos, por isso não há desculpas", insiste.
