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“Fomos muito claros com a República Democrática do Congo: têm de manter a integridade da sua bolha durante 21 dias antes de poderem chegar a Houston, em 11 de junho”, afirmou na sexta-feira Andrew Giuliani, responsável da equipa da Casa Branca encarregada da organização do Mundial-2026, em declarações ao canal desportivo ESPN.
Para cumprir este prazo, a seleção congolesa, que se encontra atualmente em estágio de preparação na Bélgica, deveria iniciar o isolamento já esta sexta-feira.
“Se outras pessoas vierem juntar-se à seleção, terão de permanecer numa bolha distinta da equipa”, acrescentou Giuliani.
O responsável norte-americano advertiu ainda que, “caso uma dessas pessoas apresente sintomas, toda a equipa corre o risco de não poder participar no Mundial”, que decorre nos Estados Unidos, Canadá e México.

Num comunicado enviado à agência AFP, Giuliani confirmou que a Casa Branca está a “encorajar a equipa a proteger os seus jogadores de exposições desnecessárias e a preservar a integridade da bolha, de forma a garantir a participação no torneio”.
A República Democrática do Congo, cujo centro de estágio ficará instalado em Houston, no estado do Texas, integra o Grupo K da competição, no qual será a primeira adversária de Portugal, em 17 de junho, numa partida com início marcado para as 12:00 (18:00 horas de Lisboa).
Na segunda jornada do grupo, Portugal defronta o estreante Uzbequistão, em 23 de junho, dia em que a República Democrática do Congo joga com a Colômbia, no México. A seleção africana fecha a poule frente ao Uzbequistão, no dia 27, enquanto Portugal defronta a Colômbia, num jogo que começa às 19:30 (00:30 de 28 de junho).
A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou o surto de Ébola como uma emergência de saúde pública de âmbito internacional (PHEIC, na sigla inglês), após terem sido registados mais de 300 casos suspeitos e 118 mortes nas províncias de Ituri e Kivu do Norte, na República Democrática do Congo, além de dois outros óbitos no vizinho Uganda.
