Estados Unidos da América, Canadá, a CFU (União Caribenha de Futebol) e a UNCAF (União Centro-Americana de Futebol) afirmaram que "estão unidas, juntamente com os nossos colegas de todo o mundo, a apelar a mudanças significativas que reforcem a governação, a transparência e a responsabilidade da FIFA".
Isso coloca os Estados Unidos e o Canadá em desacordo com o terceiro co-anfitrião do Mundial deste ano, México, que manifestou o seu apoio a Infantino.
Infantino tem estado sob forte pressão desde que propôs e depois abandonou um plano para angariar investimento privado para uma nova subsidiária comercial, denominada FIFA Forward Enterprise (FFE), que, segundo a sua proposta, ficaria responsável pela vertente comercial dos Mundiais.
A FIFA respondeu no sábado a "um esforço concertado e contínuo de alguns para minar" o organismo que rege o futebol e Infantino.
No entanto, o líder da FIFA voltou a ser alvo de críticas na segunda-feira, quando uma carta conjunta de três confederações – a UEFA da Europa, a CONCACAF da América do Norte e Central e Caraíbas, e a AFC da Ásia – declarou que o futebol "não pertence a nenhum indivíduo".
"A liderança no futebol não é uma posse. Não se trata de manter – ou exigir – poder para ser mantido", escreveram as confederações.
