Mundial-2026: Ásia complica a vida à Europa no arranque da competição

Koki Ogawa celebra o 2-2 do Japão com os Países Baixos
Koki Ogawa celebra o 2-2 do Japão com os Países Baixos KEITA IIJIMA / YOMIURI / THE YOMIURI SHIMBUN VIA AFP

Os primeiros jogos do Mundial-2026 proporcionaram quatro duelos entre seleções europeias e asiáticas. O aumento do número de participantes no torneio, de 32 para 48, beneficiou sobretudo a Ásia, África e a CONCACAF.

E a verdade é que o desempenho das seleções orientais tem sido extraordinário até ao momento, já que as representantes da AFC têm sido um verdadeiro tormento para as da UEFA.

No primeiro confronto entre ambas, a Coreia do Sul venceu a República Checa, depois de Hwang In-Beom e Oh Hyeon-Gyu terem dado a volta ao golo inicial de Ladislav Krejci.

Depois, o Catar conquistou o primeiro ponto da sua história em Mundiais ao conseguir um empate in extremis frente à Suíça. Um cabeceamento de Boualem Khoukhi aos 90+4, desviado por Muhemi, igualou para a equipa de Lopetegui após o golo de Embolo de grande penalidade.

Vitórias da Coreia do Sul e da Austrália

Depois, foi a vez da Austrália, que para efeitos futebolísticos é considerada um país asiático. Os socceroos venceram por 2-0 a Turquia de Arda Güler, com golos de Irankunda e Metcalfe.

Por fim, na noite de domingo, o Japão empatou frente aos Países Baixos. Nakamura igualou o golo de Van Dijk e Kamada, aos 89, restabeleceu a igualdade após o golo de Summerville.

Os próximos duelos entre europeias e asiáticas são Iraque-Noruega, Áustria-Jordânia, Espanha-Arábia Saudita e Bélgica-Irão.