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"Agora estamos a jogar como uma equipa, ainda não está tudo perfeito, mas melhorámos muito rapidamente e isso é importante antes de entrarmos nos jogos a eliminar", afirmou o italiano em conferência de imprensa.
"Fizemos um jogo sólido, cometemos menos erros do que nos jogos anteriores e fomos mais eficazes no ataque", acrescentou.
O avançado Neymar, que voltou a pisar o relvado com a seleção pela primeira vez desde outubro de 2023, "merecia a oportunidade de jogar", explicou Ancelotti. "Preparou-se muito bem, com grande seriedade, e pôde jogar com a equipa, mesmo que apenas durante alguns minutos", acrescentou.
Felicitou também Vinicius Jr, autor de dois golos e "um dos melhores jogadores do mundo", assim como o jovem extremo Rayan, de 19 anos, "muito maduro para a sua idade" e que fez "um jogo completo".
Elogiou ainda uma equipa brasileira "com enorme vontade, qualidade e carácter", acrescentando que "a maioria dos golos marcados (contra a Escócia) surgiu de desarmes ou perdas de bola, o que diz muito sobre a atitude dos jogadores".
"O objetivo não é jogar bem, mas sim ganhar", sublinhou Ancelotti.
Questionado sobre o próximo adversário do Brasil, a 25 de junho em Houston, o italiano considerou que os Países Baixos têm "mais experiência do que o Japão, mas o Japão teve bons resultados antes do Mundial e a Suécia tem um grande potencial".
