O médio do Lyon, de Paulo Fonseca, que integrou a equipa dos Bleus que conquistou o Mundial em 2018, era apontado a um regresso inesperado à seleção fracnesa, após uma época impressionante na Ligue 1.
No entanto, Deschamps optou por não o chamar, uma vez que não representa os europeus desde 2021.
A decisão gerou grande debate em França, com muitos adeptos a questionarem algumas das escolhas.
“Tenho tudo, fiz a melhor época da minha carreira, tanto a nível pessoal como estatístico”, afirmou Tolisso à comunicação social.
“O Didier Deschamps tem tudo. Falou de cinco médios indiscutíveis. Dei tudo, não me arrependo de nada, não posso culpar-me de nada, estou orgulhoso do que alcancei, do que construí. É a vida, é o futebol. Mas acreditem, não vou desistir; vou fazer ainda mais para ser convocado um dia, ou não, mas vou dar tudo", acrescentou Corentin Tolisso.

