Advocaat, de 78 anos, demitiu-se do cargo de selecionador de Curaçau em fevereiro, depois de ter conduzido o país insular à sua primeira presença de sempre num Mundial. O treinador neerlandês regressou aos Países Baixos para cuidar da sua filha, gravemente doente, tendo Fred Rutten assumido o comando após a sua saída.
Com a melhoria do estado de saúde da filha de Advocaat, começaram rapidamente a circular rumores sobre o possível regresso do técnico de 78 anos. Alegadamente, grande parte do plantel principal exigiu o seu regresso, e o patrocinador principal, Corendon, anunciou a sua saída depois de o presidente da FFK, Gilbert Martina, ter confirmado na sexta-feira que Fred Rutten lideraria a equipa no Mundial.
A FFK anunciou na segunda-feira que já tinha rescindido com Rutten.
"Não se pode permitir o surgimento de um clima que prejudique as relações profissionais saudáveis entre jogadores e equipa técnica. É sensato afastar-me. O tempo urge e Curaçau tem de seguir em frente", afirmou Rutten na segunda-feira num comunicado da federação divulgado nas redes sociais.
Após a sua demissão em fevereiro, Advocaat integrou o Feyenoord como conselheiro especial do treinador principal, Robin van Persie. O clube de Roterdão garantiu a qualificação para a Liga dos Campeões ao terminar em segundo lugar na Eredivisie.
Advocaat tornar-se-á o selecionador mais velho da história dos Mundiais quando Curaçau se estrear na competição frente à Alemanha, a 14 de junho.
