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Lens: "As duas equipas chegam a este momento com circunstâncias idênticas. Eles vão disputar a final da Taça de França uma semana depois do fim do campeonato, nós a final da Liga dos Campeões duas semanas depois. A gestão dos minutos para o jogo de amanhã será diferente. O Sage fará o mesmo que eu, penso eu. É uma festa para o futebol francês, com as duas melhores equipas da época. Vamos procurar mostrar o nosso nível, o Lens também."
Elogios a Sage: "Destacámos o que o Lens fez esta época. Ninguém no início da temporada imaginava isto. É a primeira vez desde que cheguei aqui que há uma equipa que nos cria dificuldades. Eles merecem estar na Liga dos Campeões, parabéns a eles. Vamos procurar desfrutar de um jogo de altíssimo nível. É um verdadeiro teste. Parabéns ao Sage, pela forma como a equipa joga também."
A sua gestão: "É importante gerir os dois jogos. O jogo com o Lens chega três dias depois do último. Há jogadores que fizeram dois jogos seguidos, é preciso gerir isso. Três dias é o intervalo mais curto. Sempre que jogamos com a camisola do PSG, é uma responsabilidade. Não estou preocupado (a pensar na final da Champions). Podes ter um dia de descanso ou um mês, estás pronto. Não será um problema."
Chevalier: "Há um ponto médico melhor do que eu. Não dou qualquer informação aos meus adversários."

Os troféus da Ligue 1 : "Nunca vou às cerimónias. Prefiro ficar em casa. É preciso estudar o Arsenal. Estou muito satisfeito com o nível da nossa equipa e dos nossos jogadores. Parabéns ao Pierre Sage, merece ganhar este troféu. É incrível o que conseguiu."
O apoio popular: "É muito positivo. O Eric Roy falou sempre bem de nós, gosto muito dele. Foi o melhor treinador com o Brest, aprecio a forma como joga. É muito positivo ver este reconhecimento. Ganhamos, mas procuramos respeitar todos os adversários. A forma como o fazemos é importante. Estamos contentes por ver isso (o apoio em França), é importante. É merecido porque procuramos respeitar sempre o adversário, incluindo o Marselha."
Ruiz: "Fabián é um jogador que parece uma coisa, mas é exatamente o oposto. É um jogador diferente, de quem gosto. Não é só por ser espanhol, mas isso também conta. Dá capacidade técnica e física, sabe o que fazer com e sem bola. Depois de praticamente três meses fora, traz muitas coisas. Estou muito satisfeito por tê-lo de volta. É preciso saber geri-lo, jogou muito nos últimos jogos. Temos praticamente todos os jogadores prontos outra vez."
A sua autocrítica: "O Luis Enrique sente orgulho de si próprio, sempre. Quando perde, e já perdi muitas vezes, ainda mais. Represento a minha família, isso é o mais importante para mim. Quando se ganha, é fácil."
