A Bósnia-Herzegovina eliminou o tetracampeão mundial nos play-offs através dos penáltis e garantiu assim, pela segunda vez, depois de 2014, o apuramento para uma fase final de um Mundial.
Barbarez atribui também uma importância especial ao sucesso do antigo internacional Edin Dzeko, do Schalke 04.
"O seu valor é imenso. É difícil imaginar o que ele representa para o nosso país", sublinhou o técnico de 54 anos: "Quando ele está presente, independentemente da sua forma, é inestimável."
Aos 40 anos, é também o único jogador do plantel que participou na primeira presença da Bósnia num Mundial, em 2014.

Objetivo: ultrapassar a fase de grupos
No torneio, Barbarez pretende tentar ultrapassar o grupo B, composto pelo coorganizador Canadá, pelo Catar e pela Suíça.
Para si, participar no Mundial é um "sonho", confidenciou o antigo internacional bósnio, que jogou na Bundesliga ao serviço do Hamburgo, Bayer Leverkusen, Borussia Dortmund e Hansa Rostock.
"A única coisa que me faltou foi jogar um torneio. Agora estou aqui como treinador. Isso deixa-me muito orgulhoso", concluiu.
