Desde que Robert Lewandowski reduziu a sua produção goleadora para 18 golos na época, começou a surgir um burburinho que ganhou força: o Barcelona precisa de um novo avançado. Mesmo com o polaco no plantel, o setor ofensivo revelou-se pobre em alguns momentos da temporada. Não pela falta de golos. Na verdade, Lamine Yamal, Raphinha, Rashford e Fermín realizaram uma época de grande nível.
A ausência fez-se sentir quando o clube defrontou outros adversários sem um avançado-centro natural com as características de Lewandowski: forte, eficaz no jogo aéreo e muito acima da média no um para um.
Ferran, que é mais um avançado móvel e criador de espaços, passou até dois meses sem marcar e Rashford, apesar de ter cumprido e o seu balanço ser globalmente positivo, não teve uma participação feliz na eliminatória da Liga dos Campeões frente ao Atlético de Madrid.
Um problema antigo
Há vários anos que o Barcelona mantém os verões agitados com uma posição em mente: o ataque.
No verão passado, na verdade, dois nomes foram fortemente apontados para reforçar esse setor. Luis Díaz, que acabou por assinar pelo Bayern e fez uma época fantástica com os alemães (conquistando a Bundesliga e chegando às meias-finais da Champions) e Nico Williams eram notícia todos os dias.
Nico renovou com o Athletic e teve uma época com mais baixos do que altos. Limitado por lesões, o seu rendimento foi afetado e a equipa de Bilbau ficou muito longe de atingir os seus objetivos.
Agora, o tema do avançado volta ao mercado. Quem chegará para substituir Robert Lewandowski?
