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A equipa che caminha para lutar pela manutenção mais uma época, o que confirma – caso ainda houvesse dúvidas – a mais do que evidente involução, e a passos largos, de uma entidade que há não muito tempo participava na Liga dos Campeões e conquistava a Taça do Rei. Agora, numa temporada especial pela despedida de Mestalla, os adeptos resignam-se com um plantel que não arranca e que parece condenado a continuar a sofrer.
E isto apesar de o final da época anterior ter deixado um bom sabor de boca, chegando mesmo a roçar a qualificação para a Liga Conferência graças a uma sucessão de acontecimentos que alimentou essa possibilidade. O equilíbrio entre as equipas do meio da tabela e algumas das que lutavam para evitar a descida fez com que essa fronteira fosse muito ténue, levando adversários como o Espanhol ou o Osasuna a sofrerem mais do que seria de esperar, apesar de parecerem ter ambições maiores.

A equipa de Carlos Corberán despede-se de agosto sem ainda ter vencido, com um saldo de duas derrotas – em casa frente ao Betis e fora diante do Deportivo da Corunha – e um empate como anfitrião frente ao Celta de Vigo. Dois dos adversários competem na Europa e estão um ou dois patamares acima, mas os de Antonio Hidalgo vêm da LaLiga 2 e também não foi possível somar os três pontos. E o pior de tudo? Agora vem o Barcelona.
A carta de apresentação para defrontar o detentor do título é bastante pobre: sem vitórias e com mais autogolos – os que César Tárrega e Mouctar Diakhaby marcaram na própria baliza este domingo – do que golos a favor. Neste último grupo, conta-se o apontado por Umar Sadiq nesse mesmo jogo, referente à 3.ª jornada. Assim, será certamente difícil superar Lamine Yamal, Raphinha, Joan García e companhia.
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