Reveja aqui as principais incidências da partida
"Parece-me muito mal", afirmou Javier Tebas numa conferência organizada em Huesca pela Associação de Diretores e Executivos de Aragão (ADEA).
"Estas iniciativas correspondem a um ato institucional, um ato do clube e não a um ato pessoal em que se deva dar uma opinião". E considera que este tipo de atos autorizados pela LaLiga não deve depender da opinião dos jogadores "quando não afetam questões ideológicas".
Além disso, concluiu. "Entrar toda a equipa com a camisola é um ato do clube. O jogador tem de entrar com a camisola. Porque entrar com a camisola dobrada é como entrar sem ela".
Recorde-se que os jogadores da LaLiga foram instados a entrar em campo com camisolas de apoio a Ceuta, cidade na fronteira com Marrocos que teve de lidar com uma crise migratório.
As camisolas foram uma iniciativa da Associação Valenciana de Empresários (AVE), cujo presidente é Vicente Boluda, antigo líder do Real Madrid. Tinham escrito: “Somos todos cavalas (o peixe pescado ao largo de Ceuta)” e na parte traseira estava o escudo da cidade e de Espanha.
Além dos três jogadores do Real Madrid, o plantel do Barcelona decidiu não usar a camisola. Em sentido inverso, Abde, internacional marroquino do Betis foi alvo de duras críticas pela utilização da mesma.
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