Acompanhe as incidências da partida
Virada a página de Munique, ao Real Madrid resta pouco para salvar a época. Aliás, a temporada, mais uma vez sem títulos, é um fracasso absoluto para uma equipa que investiu quase 200 milhões de euros (nas contratações de Huijsen, Mastantuono e Carreras) e que não conseguiu conquistar troféus.
Apesar de, na Alemanha, a equipa ter dado boa resposta e acabado por pagar caro um erro individual (a expulsão de Camavinga), a realidade do clube de Chamartín é dura: sem títulos, tudo o resto é irrelevante.
A Álvaro Arbeloa, neste contexto, resta terminar a Liga da melhor forma possível. Na terça-feira, os merengues recebem o Alavés no Santiago Bernabéu (20:00).
"Não tive sensação de camaradagem ou de amizade. Ter uma boa relação não significa que não possas exigir e pressionar os jogadores. É uma relação que tem de ser aceite e o mais importante é que todos tenham vontade de jogar. O ambiente tem sido positivo e, por vezes, dizem-se coisas cara a cara que não agradam", afirmou o treinador na antevisão do encontro.
Elogios a Güler
Depois do jogo de Güler em Munique, Arbeloa aproveitou a conferência de imprensa para elogiar o turco, que, entre outros feitos, marcou dois golos no Alianz Arena.
"Foram três meses muito intensos, passámos por muitas situações. Quando cheguei, dizia-se que não jogava os jogos importantes e vejam as exibições que fez frente ao City ou ao Bayern. Desde que tive oportunidade de trabalhar com ele, percebi que não lhe falta sacrifício. É preciso aprender com os erros e este é um grande prémio para a sua temporada", concluiu.

