Os triunfos nacionais do Barcelona permitiam aos comandados de Flick não necessitarem de grandes mudanças, mas o desejo pela Liga dos Campeões obrigava o diretor desportivo português a acertar nas decisões.
Gordon foi uma lufada de ar fresco e um verdadeiro sinal de força. Parecia o prelúdio de um grande reforço que, com o passar das semanas, acabou por se tornar um problema para o clube da Cidade Condal.
Para além das entradas, eram fundamentais algumas saídas que, ou ajudavam o clube blaugrana a nível financeiro, ou não tinham peso nas decisões desportivas, ou ambas as situações em simultâneo.
Operação saída
Ansu Fati, Casadó, Ter Stegen, Christensen ou Bardghji encaixavam nesses critérios. Por Araújo ou De Jong, por outro lado, o clube estava disposto a ouvir propostas desde que fossem suficientemente convincentes.
O primeiro deles saiu rapidamente, com destino ao Mónaco, um clube que, além disso, também surgiu como a solução escolhida para facilitar a saída de Casadó.
Por fim, a lesão de De Jong, entre outros fatores, parece ter aproximado o neerlandês do plantel blaugrana por mais uma época. Bardghji, numa situação semelhante e relegado para segundo plano devido à ascensão de Lamine Yamal, também não parece encontrar uma saída que agrade a todas as partes.
Ter Stegen, o golpe final
Com Míchel a pressionar pela contratação do guarda-redes alemão e com praticamente tudo acordado, parecia que o destino de Ter Stegen estava longe de Barcelona. No entanto, o Ajax travou a operação devido a alguns detalhes finais. Entretanto, o alemão viajou para Inglaterra juntamente com o resto da comitiva azulgrana e continua a treinar-se com a equipa enquanto aguarda a resolução do seu futuro.
Adeyemi, o último a chegar, também viaja para Inglaterra com a sua nova equipa, contudo, o seu perfil não compensa a saída de Lewandowski como ponta-de-lança puro.
Se o Barça pretende avançar para uma operação de grande dimensão, terá de dissipar algumas dúvidas sobre a continuidade de certos jogadores que continuam a ser uma incógnita.
