"Ver os jogadores tão unidos perante um cenário tão adverso (...) e vê-los reagir desta forma, é magnífico", disse. "Os jogadores mostraram a melhor versão de si próprios e fizeram uma segunda parte excecional".
"Todos os jogadores cresceram e ganharam experiência, até Dante, aos 42 anos", continuou. "E daqui a alguns anos, vamos recordar que disputámos uma final e que deixámos o clube na Ligue 1".
"Há muita emoção para todos", afirmou Puel. "Agradeço aos meus jogadores e à minha equipa técnica, extremamente sólidos. Estamos felizes pelos nossos adeptos e pelos nossos funcionários (...) Uma época tão louca que termina desta forma vai marcar a equipa técnica, os jogadores, o clube e os adeptos".

No que diz respeito ao avançado Elye Wahi, acrescentou: "Foi o nosso Senhor Mais. Foi indispensável. Estou muito feliz por ele. Procurava um desafio, estivemos lá para ele e ele retribuiu-nos a triplicar".
A nível pessoal, "nunca tinha ido tão longe numa época". "Disputar os play-offs, foi a primeira vez. E ter de enfrentar tanta adversidade, é algo incrível. É uma grande emoção partilhada, pena não a termos podido partilhar com os adeptos".
Quanto ao seu futuro, não tem "resposta porque, perante a adversidade, não nos dispersamos. Não pensamos no depois. Não faço ideia do que vou fazer. É apenas a satisfação de ter ido até ao fim. E termina da melhor forma possível".
Por fim, desejou ao "Saint-Étienne e aos seus adeptos que regressem já na próxima época à Ligue 1".
