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As vagas de calor sucessivas afetaram o relvado do Paris Saint-Germain. Após cinco longos períodos de canícula na capital, a vegetação sofreu bastante e o terreno parisiense não escapou à seca.
Mas porquê? Segundo as informações do Flashscore, o clube utiliza um relvado semi e sementes plantadas, quando ainda não se verifica calor intenso. Estas deveriam permitir uma melhor resistência durante o inverno.
Esta técnica tinha dado resultado até agora, já que o PSG possuía um dos melhores relvados de França e da Europa nos últimos anos. Contudo, o verão revelou-se demasiado quente.
Como não houve muita chuva desde o final de maio (défice superior a 60% em relação às médias da época), as sementes demoram a crescer verdadeiramente. Assim, a má qualidade do relvado tornou-se evidente.
O clube tem agora de encontrar rapidamente uma solução para resolver o problema, pois o próximo compromisso em casa deverá realizar-se na sexta-feira, 4 de setembro, frente ao Monaco.
Outro jogo em Rennes em março?
Ainda segundo as informações recolhidas pelo Flashscore, para resolver o problema este fim de semana, os parisienses procuraram inicialmente relocalizar o encontro num estádio da região de Paris. No entanto, os relvados de Charléty e Jean Bouin ainda não estavam prontos, e o Stade de France encontra-se em "disposição de concerto".
O Rennes aceitou, assim, receber excecionalmente o PSG nesta 1.ª jornada da Ligue 1.
Entretanto, circulam rumores sobre a intenção dos rennais de realizar o jogo "da segunda volta" em março (23.ª jornada). No entanto, a Comissão de Competições anunciou oficialmente na quarta-feira a inversão deste encontro. Para já, não está em causa voltar a jogar em Rennes. Além disso, tal poderia criar um problema de equidade entre os clubes, já que os Rouge et Noir disputariam mais um jogo em casa – uma vantagem, ainda que forçada a ser organizada três dias antes do início do encontro.
