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Já pouco suspense restava depois do triunfo do Paris Saint-Germain frente ao Brest, no domingo à noite. Com dois jogos por disputar, seis pontos de vantagem sobre o Lens e 15 golos de diferença no goal-average, só um autêntico terramoto impediria o PSG de conquistar o título.
Ainda para mais com este duelo, esta noite, no Estádio Bollaert-Delelis. Os cenários eram claros: bastava ao PSG não perder para confirmar o 14.º título de campeão de França da sua história. E assim aconteceu.
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Mais um título
É o prémio de uma época globalmente controlada, apesar dos receios que existiam após uma temporada anterior fenomenal em termos de resultados, mas que terminou a 13 de julho com a derrota diante do Chelsea, na final do Mundial de Clubes… para recomeçar a 13 de agosto, com a vitória na final da Supertaça Europeia.
Cinco derrotas na Liga 1 esta época (quando o PSG só tinha perdido duas em cada uma das duas temporadas anteriores): duas frente ao Mónaco, uma em Marselha, num Clássico adiado em setembro, uma em Rennes e outra diante do Lyon.
Uma temporada marcada pela vingança com o 5-0 frente ao Marselha na segunda volta, mas também por uma gestão constante do esforço por parte de uma equipa sem verdadeira preparação, que teve de gerir ao longo de toda a época. Mas o essencial está garantido: o título.
Esta época, o PSG conquistou quatro troféus
- A Supertaça Europeia, 2-2, 4-3 após penáltis frente ao Tottenham
- A Taça Intercontinental, 1-1, 2-1 após penáltis diante do Flamengo
- O Troféu dos Campeões, 2-2, 4-1 após penáltis frente ao Marselha
- A Ligue 1
Ficará o quinto troféu reservado para 30 de maio, frente ao Bayern Munique, na final da Liga dos Campeões?
