Com vários veteranos e grandes nomes ausentes ou já retirados, Riemer apostou em jogadores mais jovens e menos experientes para os próximos compromissos, como os jogos da Liga das Nações frente à Noruega, Portugal e País de Gales.
O grupo que definiu a seleção nacional durante mais de uma década, com jogadores como Kasper Schmeichel, Christian Eriksen, Thomas Delaney e Simon Kjaer, que conduziram os dinamarqueses até às meias-finais do Europeu em 2021, já não está presente, deixando um enorme vazio na seleção dinamarquesa.
"Vou ser sincero: acho isso um pouco triste. Parece que foi ontem. Tínhamos um espírito de união e ligação, e alcançámos os resultados que conseguimos graças à equipa que tínhamos — e aos jogadores e personalidades envolvidos", afirma Pierre-Emile Hojbjerg à dr.dk.
"É como se nos tivessem puxado o tapete. Os antigos jogadores-chave já não estão, e sinto isso claramente. É diferente. É novo. É preciso voltar a integrar e construir novas relações, ao mesmo tempo que se tem de apresentar resultados. Pode ser um pouco difícil, mas também entusiasmante".
Pierre-Emile Hojbjerg estreou-se pela seleção principal da Dinamarca em 2014 e, desde então, já disputou 97 jogos internacionais. É provável que alcance a sua 98.ª internacionalização quando a Dinamarca defrontar a Noruega em Oslo amanhã.
