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Dani Olmo garante que não subestima a Croácia depois da derrota por 0-7 frente à Inglaterra. "Espero uma Croácia ainda mais perigosa do que aquela a que estamos habituados. Já jogámos muitas vezes contra eles e conhecemo-los na perfeição. Não vêm de um jogo fácil, mas, a jogar em casa, com o apoio dos seus adeptos, também não teremos uma partida fácil”.
Sobre Lamine Yamal, teve palavras de elogio. "O Lamine continua a evoluir em cada jogo. Além disso, a cada temporada vê-se que está melhor e mais maduro. Neste início, está a ajudar-nos não só no jogo, mas também a marcar, algo que exige de si próprio. É muito importante para nós, tanto no clube como na seleção”.
E, como não podia deixar de ser, referiu-se ao ambiente que rodeará o encontro .“É um ambiente quente. São adeptos que pressionam muito e apoiam bastante a sua equipa e os seus jogadores. É um jogo de futebol bonito, que também poderá ser desfrutado dentro do relvado, quando o ambiente exterior nos dá uma motivação extra”.
Passagem pela Croácia
Dani Olmo analisou a sua passagem pela Croácia, onde esteve cinco anos a jogar no Dinamo Zagreb. "Cada um tem a sua história, o seu caminho e as suas razões. O que me levou a tomar essa decisão, uma das mais difíceis da minha carreira, foi o interesse demonstrado pelo Dinamo. Confiei neles e foi uma das melhores fases que vivi na minha carreira, porque saí muito jovem, com 16 anos. Éramos apenas a minha mãe e eu num país novo, com uma língua que não conhecíamos. Mas guardo um carinho especial por esse período. Para mim, amanhã será um jogo especial”.
E acrescenta: “É muito bonito voltar à Croácia, um país que me viu crescer e onde passei seis anos da minha adolescência. É um país que me deu tudo, ou quase tudo, o que tenho. Ter a oportunidade de regressar e jogar aqui é muito emocionante para mim. Estou desejoso que chegue o jogo, que será muito especial. Vêm a minha família e os amigos que fiz aqui na Croácia".
O jogador do Barça não se mostra preocupado com as consequências da paragem. "Tanto na seleção como no clube, gerem as cargas da melhor forma possível. Sentimo-nos acompanhados e, no clube, fazem o que consideram adequado. Descansar mais ou menos é uma decisão de cada clube. Não acredito que isso retire rendimento, cada um é profissional e sabe o que tem de fazer, esteja na Seleção ou de férias”.
Na mesma linha, falou sobre a gestão dos seus minutos. "Não é algo em que tenha pensado. Tento preparar-me para cada jogo, de modo a estar a 100%. É verdade que há muitos jogos e o treinador e a equipa técnica tentam gerir a situação. Sinto-me muito bem e preparado para ajudar a equipa ao máximo”.

