Recorde as incidências do encontro
Titular na sua última presença, Dzeko foi substituído aos 62 minutos pelo selecionador Sergej Barbarez. Os jogadores da Bósnia formaram um corredor para o veterano e felicitaram-no antes de este abandonar o relvado, sob os aplausos das bancadas.
O avançado respondeu aos adeptos com aplausos e gestos de agradecimento. Durante o jogo, um grupo de fãs junto ao estádio acendeu tochas vermelhas e lançou fogo de artifício para assinalar a despedida do capitão.
"O meu amor por esta camisola nunca mudou"
Dzeko tinha anunciado a retirada através de uma mensagem nas redes sociais, na qual explicou o que significou para si representar a Bósnia.
"Nada na minha carreira se compara ao orgulho que senti de cada vez que vesti aquela camisola. Nada. Foi o meu sonho de infância”, escreveu o avançado.
O futebolista falou também sobre a ligação que manteve com a seleção desde a sua estreia, a 2 de junho de 2007, num jogo frente à Turquia.

"Tantas coisas mudaram, e eu também mudei, mas o meu amor por esta camisola nunca mudou. Agora sinto que chegou o momento de me retirar. Se cheguei aos 40 anos a jogar pela seleção, foi porque dei realmente tudo o que tinha. Sempre. Tudo".
Dzeko termina os seus 19 anos na seleção principal com 152 internacionalizações e 73 golos, sendo o melhor marcador de sempre da Bósnia e Herzegovina. Na carreira de clubes, representou, entre outros, Wolfsburg, Manchester City, AS Roma e Inter.
Tudo sobre o caso Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo abandonou a 30 de setembro o estágio da seleção portuguesa, na véspera do jogo com a Dinamarca, para a Liga das Nações. "A seu tempo, direi a verdade a todos os portugueses", prometeu o avançado de 41 anos, depois da bomba que caiu sobre o futebol português.
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