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De Bruyne, de 35 anos, soma 124 internacionalizações desde a estreia como adolescente em 2010, sob o comando de Georges Leekens, e prepara-se para aumentar esse registo, agora que a Bélgica tem Mark van Bommel ao leme.
A nova era começa frente à Itália, em Roma, na sexta-feira, seguindo-se duelos da Liga das Nações com a França (duas vezes) e a Turquia nas próximas três semanas.
Nas últimas semanas, De Bruyne viu o seu colega de longa data, Axel Witsel, retirar-se, e o guarda-redes Thibaut Courtois ficar de fora da Liga das Nações, mas garantiu aos jornalistas esta terça-feira que nunca ponderou deixar a seleção nacional.
"Não, isso nunca foi uma questão para mim", afirmou.
"O selecionador perguntou-me o que queria fazer. O meu sentimento após o Mundial foi que me diverti. Muitos jogadores também me pediram para ficar. Também me senti bem fisicamente e ainda queria jogar. Essa é a motivação mais importante. Enquanto continuar a ter essa motivação, por que razão haveria de parar?", acrescentou.
De Bruyne impressionado com o novo treinador
De Bruyne não sentiu necessidade de um acordo como o de Courtois para ficar temporariamente de fora da Liga das Nações.
"Vai chegar o dia em que vou dizer que já não preciso de o fazer, mas neste momento isso não me passa pela cabeça. Acho que estes serão os meus últimos dois anos", vaticinou.
"Nunca digas nunca. Neste momento sinto-me bem, por isso veremos", acrescentou.
De Bruyne afirmou estar impressionado com o novo treinador Van Bommel: "Um típico neerlandês, muito direto na forma de lidar. Gosto disso, é alguém que diz as coisas como elas são.
"Agora temos de tentar começar bem e, depois de quatro jogos, saberemos o que podemos alcançar", acrescentou o médio do Nápoles.
"Acho que o meu nível está bastante bom. Estou satisfeito com a forma como estou a jogar. Fiquei surpreendido com a minha condição física quando regressei em agosto e com a forma como me sinto em campo. Já disputei três jogos seguidos durante 90 minutos. Se conseguir continuar assim, é ótimo para mim. É muito positivo. O meu nível comparado com há 10 anos? Há uma diferença, mas isso também é normal", concluiu De Bruyne.
